Rede de supermercados integra lista de melhores empresas para trabalhar no país

Pela sétima vez a rede de supermercados Prezunic figura no ranking das melhores empresas para trabalhar no Brasil, segundo o ranking da Great Place to Work (GPTW). A pesquisa premiou 150 organizações corporativas nas categorias grande porte, médio porte nacionais e multinacionais. No ranking Rio de Janeiro, a rede ficou na quarta posição.?  Continuar lendo

Só 61% de empresas têm código de ética

ICTS Protiviti avalia que maturidade do mercado sobre compliance ainda é muito baixo

Apesar da Lei Anticorrupção – vigente desde 2013, embora regulamentada somente em 2015 – e da Lava Jato,  a maioria das empresas brasileiras ainda está muito exposta ao risco de corrupção e longe de adotar métodos corretivos para prevenir esses atos. Ou seja, estão pagando para ver até onde conseguirão chegar sem adotar as medidas necessárias. Essa é a conclusão de pesquisa realizada pela consultoria ICTS, braço no Brasil da norte-americana Protiviti. Isso porque 39% das empresas brasileiras não possuem sequer um código de ética, exigência legal do decreto 8.420/2015, que regulamentou a Lei Anticorrupção (12.846, de 2013). Continuar lendo

Brasileiros ainda deixam emprego por falta de oportunidade, diz pesquisa

Pesquisa do LinkedIn mostrou que muitos profissionais brasileiros ainda deixam o emprego por falta de oportunidade de crescer na carreira. Segundo o levantamento, 40% dos trabalhadores disseram que isso é o maior motivador para mudar de empresa.

Buscar um trabalho desafiador (38%), insatisfação com remuneração e benefícios (34%), insatisfação com ambiente de cultura da empresa (30%) e insatisfação com recompensas e reconhecimento (26%) foram citados como os principais fatores para buscar uma nova oportunidade de emprego. Continuar lendo

Estudo identifica as melhores empresas para se trabalhar no Rio

O ano é de crise, mas o arrocho no orçamento não significou menos cuidados com o bem-estar e a qualidade de vida dos empregados em muitas companhias. Tanto que o número de participantes da pesquisa Melhores Empresas para Trabalhar aumentou de 102 para 105 na edição do Rio, este ano. Dentre as 40 premiadas, as grandes vencedoras foram o Banco Losango, na categoria grande porte, e a unidade carioca da rede de hotéis JW Marriott, na de médio porte. Pela primeira vez, o estudo inseriu a categoria de pequeno porte, com a consultoria Cefet Jr. conquistando o primeiro lugar.

— Esta é a nona edição do levantamento no estado, e registrar crescimento em um ano de crise é muito simbólico. É interessante observar como as empresas continuam a cuidar do clima e dos funcionários, apesar das adversidades. Não por acaso, o faturamento das 40 premiadas aumentou em 25%, enquanto o PIB do Brasil caiu 3,8% em 2015 — compara Mônica Paiva, que é diretora regional do Instituto Great Place to Work (GPTW), organizador da premiação em parceria com o Grupo HEL e o jornal O GLOBO e apoio da ABRH RJ. Continuar lendo

As cinco empresas mais valiosas do mundo são de tecnologia

Anote mais um marco para o setor da tecnologia.

No fechamento das negociações de ações nos EUA, na segunda-feira (1º), as cinco maiores empresas do mundo em valor de mercado eram todas empresas americanas de tecnologia, segundo dados da agência de notícias Bloomberg: Apple, Google, Amazon, Facebook e Microsoft.  Continuar lendo

Cresce número de empresas do varejo que faturam acima de R$ 1 bilhão em 2015

Boticário é uma das redes que passou a faturar acima de R$ 10 bilhões ao ano

Boticário é uma das redes que passou a faturar acima de R$ 10 bilhões ao ano Continuar lendo

Análise: As cinco empresas mais valiosas do mundo são de tecnologia Comente

No fechamento das negociações de ações nos EUA, na segunda-feira (1º), as cinco maiores empresas do mundo em valor de mercado eram todas empresas americanas de tecnologia, segundo dados da agência de notícias Bloomberg: Apple, Google, Amazon, Facebook e Microsoft.

O valor de mercado é obtido multiplicando o preço de cada ação pela quantidade total de ações.  Continuar lendo

Pequenas empresas são maioria no e-commerce

A expectativa de crescimento para o setor é de 8% neste ano. Em 2015, o comércio eletrônico cresceu 15%

No e-commerce, 51% das empresas estão conseguindo manter margem de lucro / Foto: Marcos Santos/USP

Do total de empresas que vendem exclusivamente pela internet 90% são de pequeno porte, ou seja, faturam até R$ 3,6 milhões anuais. As informações constam em pesquisa elaborada pelo Sebrae em parceria com o E-commerce Brasil. De acordo com a 3a Pesquisa Nacional do Varejo Online, quando analisadas as empresas que possuem lojas virtuais e físicas, esse número cai para 71%.

A Região Nordeste é a terceira do País com mais sedes de e-commerce (12%), ficando atrás das regiões Sul (18%) e Suldeste (58%). Segundo a pesquisa, a maioria dessas empresas foram criadas em 2015, ano em que o comércio eletrônico conseguiu manter melhores preços e condições do que o varejo tradicional. Enquanto 23% das empresas foram abertas no ano passado, apenas 5% iniciou as atividades neste ano. Continuar lendo

80% das empresas esquecem da segurança em sua jornada digital

Os projetos de transformação digital estão presentes em praticamente todas empresas indagadas por um estudo global da Dell. A fabricante encomendou uma pesquisa junto a 631 profissionais de TI de organizações com mais de mil funcionários e identificou que 97% delas têm investido em soluções voltadas à digitalização dos negócios.

O ponto preocupante, porém, é que apenas 18% dizem que a área de segurança tem sido envolvida desde o início em iniciativas envolvendo temas como mobilidade, aplicações e infraestruturas em cloud e IoT (Internet das Coisas).

A pesquisa mostrou que, apesar de a segurança da informação não ser tratada como uma prioridade, 85% dos entrevistados reconhecem que se os profissionais da área estivessem envolvidos desde o início nos projetos ligados à transformação digital, a segurança poderia ser melhor aproveitada nos projetos.

Além disso, dos entrevistados, só 27% descrevem que suas companhias estão no ‘meio da transformação digital’, embora 72% reportam que estão trabalhando em projetos de mobilidade, 68% na área de cloud computing e 37% já trabalham com IoT – temas classificados pela Dell como “transformação digital”.

Quando questionados sobre as tecnologias associadas à segurança digital, 96% dos executivos de TI entrevistados afirmaram que essa questão representa um desafio por diversos fatores, incluindo: falta de recursos; riscos relacionados às brechas de segurança; dificuldade de encontrar o balanço correto entre a segurança e a produtividade dos profissionais; e falta de controle.

Para 85% dos entrevistados, os profissionais que trabalham nas empresas enxergam as equipes que cuidam da segurança da informação como uma barreira aos projetos de transformação, mas o mesmo percentual (85%) reconhece a segurança como a tecnologia mais necessária no futuro e 55% admitem que têm planos específicos de adoção de soluções nessa área.

“A pesquisa confirma nossa percepção de que as empresas reconhecem a segurança como um fator chave no processo de transformação digital, na medida em que esse modelo expõe o negócio a novos riscos, mas nem sempre têm tido o cuidado adequado com essa questão”, avalia Vladimir Alem, gerente de marketing da Dell para América Latina.

Por fim, o levantamento identificou que 76% dos respondentes afirmam acreditar que a segurança da informação foi implementada de forma tardia nas iniciativas de transformação digital, enquanto 85% dizem que os times de negócios evitam o engajamento com as equipes de segurança da informação por receio de terem suas iniciativas bloqueadas. Ao mesmo tempo, 63% acreditam que essas preocupações não têm fundamento.

Apple se torna a empresa mais admirada do mundo

Todos anos, uma gigante das análises de mercado, a FutureBrand, realiza uma pesquisa mundial para eleger as 100 empresas mais amadas e admiradas por executivos e entusiastas de vários setores. Durante os últimos dois anos, o Google se manteve no topo da lista com uma larga folga perante os demais colocados, mas essa história mudou este ano: agora, a Apple foi eleita como a empresa mais admirada do mundo, e não é porque o Google perdeu popularidade repentinamente.
A pesquisa realizada em 2016 levou em conta a dança de cadeiras que ocorreu no gigante das buscas, pelo fato de não ser mais uma empresa independente, mas sim parte do grupo Alphabet, o Google não pode participar da lista. Já a Alphabet por si só, não tem a popularidade que a sua principal marca adquiriu ao longo dos anos, o que é visível já que a empresa ficou com o vigésimo primeiro lugar da lista.
O novo comando de Mountain View ficou trás da própria Apple e outros concorrentes diretos, como a Amazon, que ficou com o oitavo lugar, e o Facebook, que do ano passado para cá, pulou do sétimo para o sexto lugar.