Pesquisas via mobile são até 75% mais eficientes do que as feitas presencialmente

O ditado pode parecer batido, mas permanece verdadeiro: tempo é dinheiro. Por isso, para entender melhor seu público, saber em quais áreas investir, o que deve ser melhorado e como a marca é vista pelas pessoas, é frequente que empresas contratem pesquisas de público para descobrir em que pé estão e como podem aumentar seu alcance junto ao consumidor.Já de cara, o PiniOn, aplicativo mobile de pesquisas para diversos nichos, chega com uma característica que nenhuma outra empresa tem: ela entra na casa do respondente e ganha acesso a informações que outras empresas não têm. Esse aspecto, aliado com a eficiência da plataforma, que combina praticidade de respostas com economia de custas, transforma o PiniOn em uma ferramenta precisa e viável para todo o tipo de pesquisa e questionário. Continuar lendo

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Pesquisa aponta despreparo para contratação de pessoas com deficiência

Segundo percepção dos profissionais de Recursos Humanos pesquisados:

• 86% ainda contrata somente para cumprir a cota estabelecida por lei
• 35% afirma que o mercado está retraído e 9% afirma ser inexistente
• Apesar do conhecimento da lei, falta de informação ainda é barreira Continuar lendo

Líder em soluções biológicas está entre as 100 mais inovadoras da lista Forbes

A revista norte-americana Forbes divulgou a lista de 2016 com as 100 companhias mais inovadoras do mundo (The World’s Most Innovative Companies). As escolhas são feitas por especialistas que identificam empresas atualmente inovadoras e com o mesmo potencial de inovação para o futuro. Para ter chances de figurar na lista, as empresas precisam ter, no mínimo, sete anos de dados financeiros públicos e US$ 10 bilhões em capitalização de mercado. Continuar lendo

Empresas de telefonia e bancos dominam lista de reclamação do Procon

Quatro companhias do ramo estão entre os dez maiores alvos de queixas dos consumidores; Oi, Claro e Vivo encabeçam lista

O ranking do Procon Goiânia mostra que, em setembro, os maiores alvos de reclamações dos consumidores goianos seguem sendo as empresas de telefonia. As três primeiras colocadas, Oi, Claro e Vivo, além da Tim, que aparece na quinta colocação, são do ramo.

Completam a lista os bancos Caixa Econômica Federal (4º) e Bradesco (6º), a Novo Mundo Móveis e Utilidades (7º), a Sky (8º), a Samsung (9º) e a Celg (10º).

Segundo o superintendente do órgão, Fernando Valadares, as principais reclamações sobre as empresas de telefonia são sobre cobranças indevidas ou abusivas e, ainda, sobre serviços fornecidos de forma parcial ou incompleta.

Especificamente sobre a Oi, no entanto, pesa a situação de recuperação judicial por que passa a empresa. Para Fernando, o grande volume de demissões acabou afetando o atendimento ao consumidor.

No que diz respeito aos bancos, o superintendente afirma que as queixas se devem principalmente à greve dos bancários, que prejudicou o serviço das agências. Além disso, pontua, consumidores se queixam de cobranças indevidas e de falta de alternativas disponibilizadas pelas empresas para que o consumidor consiga ser atendido.

Por fim, quanto à Celg, ele ressalta a reclamação quanto à demora para religar a luz depois de realizar o corte de energia. “Cobrança indevida/abusiva, ocasionada por muitas vezes por erro de leitura ou de sistema, são também bem recorrentes,” destaca ele.

Para registrar dúvidas ou reclamações, os consumidores podem utilizar as redes sociais do Procon Goiânia ou ir diretamente à sede do órgão, na Avenida Tocantins, nº 191, Centro (Com informações da Prefeitura de Goiânia).

Confira a lista completa:

1º. Oi
2º. Claro
3°. Vivo
4°. Caixa Econômica Federal
5°. Tim
6°. Bradesco
7°. Novo Mundo Imóveis e Utilidades
8º. Sky
9°. Samsung
10º. Celg

Contratações e salários de TI permanecem estáveis, comprova pesquisa

Pesquisa anual da Hays, em coautoria com a ESPM, aponta tendências, salários e benefícios dos profissionais brasileiros. De acordo com o levantamento, as remunerações média, de um modo geral, ainda não tiveram queda, pois há um número limitado de candidatos com as capacidades técnicas e comportamentais necessárias para os desafios de hoje. E a demanda por profissionais com flexibilidade, capacidade de mudança e adaptação ao ambiente continua alta.

Em 2015, houve um aumento de 10% na quantidade de profissionais que receberam aumento salarial em comparação ao ano anterior. A diversidade de gêneros continua a ser uma questão a ser trabalhada, porém, 71% dos empresas responderam que manteriam ou aumentariam seus investimentos em RH em 2016, como um reflexo da importância de se ter as pessoas certas este ano e maximizar a produtividade da força de trabalho.

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A amostra do estudo é composta em sua grande maioria por gestores e profissionais técnicos. A amostra final de pesquisa possui 3.600 respondentes (3.200 profissionais e 400 empregadores). Entre eles, 69% possuem idade entre 31 e 50 anos, 77% são pós-graduados e 82% estão empregados no momento (uma diminuição de 9% em relação ao ano anterior). Dos empregados, 67% ocupam cargo de gestão (sendo 15% em alta gestão), 20% recebem mais de R$ 20 mil por mês (em 2014/15 apenas 12% recebiam essa quantia) e 74 % consideram mudar de emprego em 2016 (5% a menos do que em 2014/15).

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Parente: em 5 anos, Petrobras pode ser 4ª ou 5ª maior empresa do setor no mundo

Caso se confirmem as expectativas do presidente da Petrobras, Pedro Parente, em três anos, a estatal voltará a crescer para, em cinco anos, se tornar a quarta ou quinta maior empresa do setor, com uma produção de 3,4 milhões de barris de óleo e gás por dia. A projeção foi apresentada por Pedro Parente ao presidente Michel Temer, em reunião no Palácio do Planalto. Continuar lendo

“Boas empresas” recrutam mais facilmente, retêm os melhores e pagam menos

Há rankings que nos ajudam a a perceber quais são algumas das boas empresas para trabalhar. Mas alguns destes rankings estão enviesados pois só contabilizam empresas que se candidatam aos mesmos, o que leva muitas vezes a verdadeiros “concursos de beleza” e não a uma análise profunda das organizações

Falar de boas empresas para trabalhar é falar de Employer Branding, ou seja, empresas que são percepcionadas, pelos diferentes stakeholders (sobretudo pelos empregados actuais, ex-, e potenciais), como organizações em que é trabalhar. Continuar lendo

Top 500 empresas da China registram primeiro declínio de receita em 15 anos

As 500 maiores empresas da China registraram seu primeiro declínio anual em receita combinada em 15 anos, com uma queda de 0,07% no ano passado.

Entre as 500 maiores empresas, 155 tiveram quedas em receitas em 2015, 61 mais que no ano anterior, com muitas delas representando os setores de produção excessiva como carvão, aço, petróleo e químicos. Continuar lendo

Pesquisa aponta perfil das empresas

O levantamento aponta também que 86% dos entrevistados não possuem especialização em segmento ou atividade

Levantamento aponta também que 86% dos entrevistados não possuem especialização em segmento ou atividade

Levantamento aponta também que 86% dos entrevistados não possuem especialização em segmento ou atividade
Foto: Dreamstime

A maioria das empresas contábeis do Estado de São Paulo (89%) conta com até dois sócios e até 150 clientes, revela pesquisa conduzida pelo Vox Populi a pedido do Sescon-SP. O levantamento, divulgado durante a 25ª edição do Eescon, aponta também que 86% dos entrevistados não possuem especialização em segmento ou atividade.

A pesquisa mostra que 75% das organizações contábeis são de pequeno e médio porte, com receita mensal média de até R$ 60 mil. “Atuam como uma espécie de clínico geral”, comenta a diretora administrativa do Sescon-SP, Terezinha Annéia.

Ela afirma que a especialização em um segmento tem seu lado positivo, por tornar o profissional referência na atividade, mas pode colocar em xeque um negócio, caso este segmento enfrente algum problema. Continuar lendo

10 maiores empresas ganham mais do que maioria dos países do mundo juntos

69 das 100 maiores entidades económicas são empresas, e não países. Se olharmos para a lista das 200 principais entidades económicas, a situação é ainda mais flagrante, já que 153 são empresas. A Walmart, Apple e Shell são mais ricas do que a Rússia, Bélgica e Suécia.

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